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Pastores
Pr. Carlos
Pr. Clemilton
17 de set. de 2016
28 de ago. de 2016
19 de ago. de 2016
O púlpito não deve ser usado como palanque eleitoral, MAS a igreja tem a missão de ensinar:
1 - Que a Política não é invenção do Diabo;
2 - Que o cristão não vende o seu voto nem o troca por favores pessoais;
3 - Que há pessoas íntegras, vocacionadas e capacitadas para exercer esta função;
4 - Que a Bíblia registra a história de Neemias, Daniel e José que fizeram a diferença e honraram a Deus na Política e, assim, Deus pode fazer o mesmo hoje;
5 - Que o Dever do crente é Orar pelas autoridades, e em tempos difíceis como estes, é necessário Jejuar também;
6 - Que a Fidelidade a Deus vem antes da Fidelidade Partidária, e quando as duas se conflitam "importa antes obedecer a Deus que a homens".
Rev. Maurílio Dimas
1 - Que a Política não é invenção do Diabo;
2 - Que o cristão não vende o seu voto nem o troca por favores pessoais;
3 - Que há pessoas íntegras, vocacionadas e capacitadas para exercer esta função;
4 - Que a Bíblia registra a história de Neemias, Daniel e José que fizeram a diferença e honraram a Deus na Política e, assim, Deus pode fazer o mesmo hoje;
5 - Que o Dever do crente é Orar pelas autoridades, e em tempos difíceis como estes, é necessário Jejuar também;
6 - Que a Fidelidade a Deus vem antes da Fidelidade Partidária, e quando as duas se conflitam "importa antes obedecer a Deus que a homens".
Rev. Maurílio Dimas
O púlpito não deve ser usado como palanque eleitoral, MAS a igreja tem a missão de ensinar:
1 - Que a Política não é invenção do Diabo;
2 - Que o cristão não vende o seu voto nem o troca por favores pessoais;
3 - Que há pessoas íntegras, vocacionadas e capacitadas para exercer esta função;
4 - Que a Bíblia registra a história de Neemias, Daniel e José que fizeram a diferença e honraram a Deus na Política e, assim, Deus pode fazer o mesmo hoje;
5 - Que o Dever do crente é Orar pelas autoridades, e em tempos difíceis como estes, é necessário Jejuar também;
6 - Que a Fidelidade a Deus vem antes da Fidelidade Partidária, e quando as duas se conflitam "importa antes obedecer a Deus que a homens".
Rev. Maurílio Dimas
1 - Que a Política não é invenção do Diabo;
2 - Que o cristão não vende o seu voto nem o troca por favores pessoais;
3 - Que há pessoas íntegras, vocacionadas e capacitadas para exercer esta função;
4 - Que a Bíblia registra a história de Neemias, Daniel e José que fizeram a diferença e honraram a Deus na Política e, assim, Deus pode fazer o mesmo hoje;
5 - Que o Dever do crente é Orar pelas autoridades, e em tempos difíceis como estes, é necessário Jejuar também;
6 - Que a Fidelidade a Deus vem antes da Fidelidade Partidária, e quando as duas se conflitam "importa antes obedecer a Deus que a homens".
Rev. Maurílio Dimas
1 de jul. de 2016
Postagem do Pr Carlos Magno
Sem dúvida, uma das perguntas mais frequentes é "Quem foi Jesus?". Não há dúvida de que Jesus tem, de longe, o nome mais bem conhecido em todo o mundo. Cerca de um terço da nossa população mundial - aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas – afirma ser cristã. O Islamismo, o qual abrange cerca de 1,5 bilhões de pessoas, na verdade reconhece Jesus como o segundo maior profeta depois de Maomé. Das restantes 3,2 bilhões de pessoas (cerca de metade da população mundial), a maioria tem ou ouvido falar do nome de Jesus ou sabe que Ele é.
Se alguém fosse fazer um resumo da vida de Jesus desde o seu nascimento à sua morte, seria um tanto escasso. Ele nasceu de pais judeus em Belém, uma pequena cidade ao sul de Jerusalém, enquanto o território estava sob ocupação romana. Seus pais se mudaram ao norte, para Nazaré, onde cresceu, por isso Ele era conhecido como “Jesus de Nazaré”. Seu pai era um carpinteiro, por isso Jesus provavelmente adquiriu bem cedo essa habilidade. Quando tinha cerca de 30 anos de idade, Ele começou um ministério público. Ele escolheu uma dúzia de homens de reputação duvidosa como Seus discípulos e tinha como sua “sede” Cafarnaum, uma aldeia de pescadores e grande centro comercial na costa do Mar da Galileia. De lá, Ele viajou e pregou em toda a região da Galileia, muitas vezes se deslocando entre os gentios e samaritanos vizinhos com viagens intermitentes para Jerusalém.
Os ensinamentos e metodologias incomuns de Jesus assustaram e incomodaram muitas pessoas. Sua mensagens revolucionárias, juntamente com milagres e curas surpreendentes, conquistaram um enorme grupo de seguidores. Sua popularidade entre a população cresceu rapidamente e, como resultado, isso foi notado pelos líderes bem entrincheirados da fé judaica. Logo, esses líderes judeus tornaram-se ciumentos e ressentidos do Seu sucesso. Muitos desses líderes achavam seus ensinamentos ofensivos e sentiram que suas estabelecidas tradições e cerimônias religiosas estavam sendo comprometidas. Logo conspiraram com os governantes romanos para que fosse morto. Foi nessa época que um dos discípulos de Jesus o traiu aos líderes judeus por uma quantia irrisória de dinheiro. Pouco tempo depois, eles prenderam-no, engendraram às pressas uma série organizada de julgamentos simulados e sumariamente o executaram por crucificação.
Entretanto, ao contrário de qualquer outro na história, a morte de Jesus não foi o fim da sua história; era, de fato, o começo. O Cristianismo só existe por causa do que aconteceu depois de Jesus ter morrido. Três dias depois de Sua morte, os Seus discípulos e muitos outros começaram a afirmar que Ele havia ressuscitado dos mortos. Seu túmulo foi encontrado vazio, o corpo não estava lá, e inúmeras aparições foram testemunhadas por muitos grupos diferentes de pessoas, em locais diferentes e entre circunstâncias dessemelhantes.
Como resultado de tudo isso, as pessoas começaram a proclamar que Jesus era o Cristo, ou o Messias. Elas alegaram que a Sua ressurreição validava a mensagem de perdão dos pecados através do Seu sacrifício. No início, eles declararam esta boa notícia, conhecida como o evangelho, em Jerusalém, a mesma cidade onde Jesus havia sido condenado à morte. As notícias logo ficaram conhecidas como o Caminho (veja Atos 9:2, 19:9, 23, 24:22) e expandiram-se rapidamente. Em um curto período de tempo, esta mensagem do evangelho de fé se espalhou até mesmo para além da região, expandindo-se até à Roma e outras áreas mais distantes do seu vasto império.
Jesus sem dúvida teve um impacto tremendo na história mundial. A questão do "verdadeiro Jesus histórico" pode ser melhor respondida ao se estudar o impacto de Jesus na história. A única explicação para o impacto incomparável que Jesus teve é que Ele foi muito mais do que apenas um homem. Jesus foi, e é, precisamente quem a Bíblia afirma que Ele é – Deus que se tornou homem. Somente o Deus que criou o mundo e controla o curso da história poderia ter tão grande impacto no mundo.
Não há ninguém como Jesus
Unico Incomparável Irresistível Maravilhoso Deus forte Príncipe da Paz Pai da eternidade
Jesus Cristo Senhor e Salvador da nossa vida
Jesus Cristo ama você e eu também paz
Sem dúvida, uma das perguntas mais frequentes é "Quem foi Jesus?". Não há dúvida de que Jesus tem, de longe, o nome mais bem conhecido em todo o mundo. Cerca de um terço da nossa população mundial - aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas – afirma ser cristã. O Islamismo, o qual abrange cerca de 1,5 bilhões de pessoas, na verdade reconhece Jesus como o segundo maior profeta depois de Maomé. Das restantes 3,2 bilhões de pessoas (cerca de metade da população mundial), a maioria tem ou ouvido falar do nome de Jesus ou sabe que Ele é.
Se alguém fosse fazer um resumo da vida de Jesus desde o seu nascimento à sua morte, seria um tanto escasso. Ele nasceu de pais judeus em Belém, uma pequena cidade ao sul de Jerusalém, enquanto o território estava sob ocupação romana. Seus pais se mudaram ao norte, para Nazaré, onde cresceu, por isso Ele era conhecido como “Jesus de Nazaré”. Seu pai era um carpinteiro, por isso Jesus provavelmente adquiriu bem cedo essa habilidade. Quando tinha cerca de 30 anos de idade, Ele começou um ministério público. Ele escolheu uma dúzia de homens de reputação duvidosa como Seus discípulos e tinha como sua “sede” Cafarnaum, uma aldeia de pescadores e grande centro comercial na costa do Mar da Galileia. De lá, Ele viajou e pregou em toda a região da Galileia, muitas vezes se deslocando entre os gentios e samaritanos vizinhos com viagens intermitentes para Jerusalém.
Os ensinamentos e metodologias incomuns de Jesus assustaram e incomodaram muitas pessoas. Sua mensagens revolucionárias, juntamente com milagres e curas surpreendentes, conquistaram um enorme grupo de seguidores. Sua popularidade entre a população cresceu rapidamente e, como resultado, isso foi notado pelos líderes bem entrincheirados da fé judaica. Logo, esses líderes judeus tornaram-se ciumentos e ressentidos do Seu sucesso. Muitos desses líderes achavam seus ensinamentos ofensivos e sentiram que suas estabelecidas tradições e cerimônias religiosas estavam sendo comprometidas. Logo conspiraram com os governantes romanos para que fosse morto. Foi nessa época que um dos discípulos de Jesus o traiu aos líderes judeus por uma quantia irrisória de dinheiro. Pouco tempo depois, eles prenderam-no, engendraram às pressas uma série organizada de julgamentos simulados e sumariamente o executaram por crucificação.
Entretanto, ao contrário de qualquer outro na história, a morte de Jesus não foi o fim da sua história; era, de fato, o começo. O Cristianismo só existe por causa do que aconteceu depois de Jesus ter morrido. Três dias depois de Sua morte, os Seus discípulos e muitos outros começaram a afirmar que Ele havia ressuscitado dos mortos. Seu túmulo foi encontrado vazio, o corpo não estava lá, e inúmeras aparições foram testemunhadas por muitos grupos diferentes de pessoas, em locais diferentes e entre circunstâncias dessemelhantes.
Como resultado de tudo isso, as pessoas começaram a proclamar que Jesus era o Cristo, ou o Messias. Elas alegaram que a Sua ressurreição validava a mensagem de perdão dos pecados através do Seu sacrifício. No início, eles declararam esta boa notícia, conhecida como o evangelho, em Jerusalém, a mesma cidade onde Jesus havia sido condenado à morte. As notícias logo ficaram conhecidas como o Caminho (veja Atos 9:2, 19:9, 23, 24:22) e expandiram-se rapidamente. Em um curto período de tempo, esta mensagem do evangelho de fé se espalhou até mesmo para além da região, expandindo-se até à Roma e outras áreas mais distantes do seu vasto império.
Jesus sem dúvida teve um impacto tremendo na história mundial. A questão do "verdadeiro Jesus histórico" pode ser melhor respondida ao se estudar o impacto de Jesus na história. A única explicação para o impacto incomparável que Jesus teve é que Ele foi muito mais do que apenas um homem. Jesus foi, e é, precisamente quem a Bíblia afirma que Ele é – Deus que se tornou homem. Somente o Deus que criou o mundo e controla o curso da história poderia ter tão grande impacto no mundo.
Não há ninguém como Jesus
Unico Incomparável Irresistível Maravilhoso Deus forte Príncipe da Paz Pai da eternidade
Jesus Cristo Senhor e Salvador da nossa vida
Jesus Cristo ama você e eu também paz
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