Algumas Verdades Bíblicas Sobre A Família
Uma das instituições que mais está sendo atacada no presente é a família. Acredito que por ter um lugar importante nos planos de Deus, Satanás está interessado em destruí-la, portanto, é vital que compreendamos o valor que a família tem; para que desta forma possamos fortalecê-la e ela continue sendo canal do amor de Deus.
Examinemos algumas verdades Bíblicas em relação a família:
I. A Família Nasceu No Coração De Deus (Gênesis 2:18)
Não foi Adão quem primeiro pensou em uma esposa e em filhos. Foi Deus quem tomou a iniciativa. Deus...
1. Observou a solidão de Adão
2. Entendeu a solidão de Adão
3. Solucionou a solidão de Adão
O casamento se originou no interior de Deus por isso é fundamental
Quando um lar se destrói o coração de Deus é ferido
Esta é a razão básica porque Satanás ataca a família, porque odeia os planos de Deus.
II. Deus Criou A Família Como A Solução De Um Problema (Gênesis 2:18)A. O problema de Adão era a solidão. A família atual ao invés de ser solução, tem se tornado geradora de múltiplos problemas. Os problemas mais comuns na família são:
1. A infidelidade Conjugal
2. A falta de amor
3. Ciúmes (entre cônjuges e entre filhos)
4. Violência física ou verbal
5. As drogas
6. Desobediência dos filhos
III. Deus Quer Ser O Centro Da Família (Salmos 112:1-3)A. A família que tem Deus é feliz.
B. A família vitoriosa é a que se deleita em seus ensinamentos.
C. A promessa de Deus é: UMA DESCENDÊNCIA PODEROSA, BENDITA E PRÓSPERA.
D. Vale a pena orar por nossa família para que ela conheça o Deus vivente.
Conclusão: Deus quer ser o centro da sua família!
Porque não permitir que Ele comece com você?
Como esposo (a), como pai ou como filho. Você pode ser o canal de benção de Deus para sua família
JESUS CRISTO AMA VOCÊ.
PR. CARLOS MAGNO ALVES
Pastores
Pr. Carlos
Pr. Clemilton
1 de nov. de 2017
24 de set. de 2017
A objeção mais freqüente à doutrina da segurança eterna é que supostamente ela promove a idéia de que os cristãos podem viver do jeito que quiserem, e ainda assim serem salvos. Mesmo sendo isto “tecnicamente” verdadeiro, esta não é a “essência” da segurança eterna. Uma pessoa que verdadeiramente aceitou a Jesus Cristo como seu Salvador “pode” viver uma vida de pecado, mas “não o fará”. Devemos fazer distinção entre como um cristão deve viver e o que uma pessoa deve fazer para receber a salvação.
A Bíblia é muitíssimo clara em dizer que a salvação é somente pela graça, somente pela fé, somente por Jesus Cristo (João 3:16; Efésios 2:8-9; João 14:6). Uma pessoa é salva pela fé, somente pela fé. No momento em que uma pessoa verdadeiramente crê em Jesus Cristo, ela é salva e assegurada nesta salvação. A salvação não é obtida pela fé e mantida pelas obras. O Apóstolo Paulo se refere a esta questão em Gálatas 3:3: “Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne?” Se somos salvos pela fé, nossa salvação também é mantida e assegurada pela fé. Não podemos ganhar nossa própria salvação. Por isto, também não podemos manter nossa salvação. É Deus que mantém nossa salvação (Judas 1:24). É a mão de Deus que nos mantém firmemente presos (João 10:28-29). É do amor de Deus que nada nos pode separar (Romanos 8:38-39).
Negar a segurança eterna é, em sua essência, acreditar que devamos manter nossa própria salvação por nossas próprias boas obras. Isto é completamente antagônico à salvação pela graça. Somos salvos pelos méritos de Cristo, não os nossos próprios (Romanos 4:3-8). Afirmar que devemos obedecer a Palavra de Deus ou viver uma vida consagrada para mantermos nossa salvação é o mesmo que dizer que a morte de Jesus não foi suficiente para pagar o preço por nossos pecados. A morte de Jesus foi absolutamente suficiente para pagar por todos os nossos pecados, passado, presente e futuro, antes e depois da salvação (Romanos 5:8; I Coríntios 15:3; II Coríntios 5:21).
Então, dito tudo isto, significa então que um cristão pode viver do jeito que quiser e mesmo assim ser salvo? Esta é essencialmente uma pergunta hipotética, porque a Bíblia deixa claro que um verdadeiro cristão não vai viver “do jeito que bem quiser”. O cristão é “nova criatura” (II Coríntios 5:17). Os cristãos demonstram o fruto do Espírito (Gálatas 5:22-23), não atos da carne (Gálatas 5:19-21). I João 3:6-9 claramente afirma que um cristão verdadeiro não vive em pecado constante. Em resposta à acusação de que a graça promove o pecado, o Apóstolo Paulo declara: “Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?” (Romanos 6:1-2).
A segurança eterna não é “licença” para pecar. Mas ao contrário, é a segurança de saber que o amor de Deus é garantido a todos os que em Cristo confiarem. Conhecer e compreender o tremendo dom da salvação, dom de Deus, é algo que tem efeito oposto a dar uma “licença” para pecar. Como poderia alguém, sabendo o preço que Jesus Cristo pagou por nós, continuar a viver uma vida de pecado (Romanos 6:15-23)? Como alguém, que compreende o amor de Deus, incondicional e garantido a todos os que crerem, lançar este amor na face de Deus? Tal pessoa demonstra assim não que a segurança eterna tenha a ela dado licença para pecar, mas ao invés disso, que ela não experimentou verdadeiramente a salvação através de Jesus Cristo. (I João 3:6 qualquer que permanece nele não peca; qualquer que peca não o viu nem o conheceu” ).
Amém, deu pra entender.
JESUS CRISTO ama você e eu também.
Paz de Cristo.
A Bíblia é muitíssimo clara em dizer que a salvação é somente pela graça, somente pela fé, somente por Jesus Cristo (João 3:16; Efésios 2:8-9; João 14:6). Uma pessoa é salva pela fé, somente pela fé. No momento em que uma pessoa verdadeiramente crê em Jesus Cristo, ela é salva e assegurada nesta salvação. A salvação não é obtida pela fé e mantida pelas obras. O Apóstolo Paulo se refere a esta questão em Gálatas 3:3: “Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne?” Se somos salvos pela fé, nossa salvação também é mantida e assegurada pela fé. Não podemos ganhar nossa própria salvação. Por isto, também não podemos manter nossa salvação. É Deus que mantém nossa salvação (Judas 1:24). É a mão de Deus que nos mantém firmemente presos (João 10:28-29). É do amor de Deus que nada nos pode separar (Romanos 8:38-39).
Negar a segurança eterna é, em sua essência, acreditar que devamos manter nossa própria salvação por nossas próprias boas obras. Isto é completamente antagônico à salvação pela graça. Somos salvos pelos méritos de Cristo, não os nossos próprios (Romanos 4:3-8). Afirmar que devemos obedecer a Palavra de Deus ou viver uma vida consagrada para mantermos nossa salvação é o mesmo que dizer que a morte de Jesus não foi suficiente para pagar o preço por nossos pecados. A morte de Jesus foi absolutamente suficiente para pagar por todos os nossos pecados, passado, presente e futuro, antes e depois da salvação (Romanos 5:8; I Coríntios 15:3; II Coríntios 5:21).
Então, dito tudo isto, significa então que um cristão pode viver do jeito que quiser e mesmo assim ser salvo? Esta é essencialmente uma pergunta hipotética, porque a Bíblia deixa claro que um verdadeiro cristão não vai viver “do jeito que bem quiser”. O cristão é “nova criatura” (II Coríntios 5:17). Os cristãos demonstram o fruto do Espírito (Gálatas 5:22-23), não atos da carne (Gálatas 5:19-21). I João 3:6-9 claramente afirma que um cristão verdadeiro não vive em pecado constante. Em resposta à acusação de que a graça promove o pecado, o Apóstolo Paulo declara: “Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?” (Romanos 6:1-2).
A segurança eterna não é “licença” para pecar. Mas ao contrário, é a segurança de saber que o amor de Deus é garantido a todos os que em Cristo confiarem. Conhecer e compreender o tremendo dom da salvação, dom de Deus, é algo que tem efeito oposto a dar uma “licença” para pecar. Como poderia alguém, sabendo o preço que Jesus Cristo pagou por nós, continuar a viver uma vida de pecado (Romanos 6:15-23)? Como alguém, que compreende o amor de Deus, incondicional e garantido a todos os que crerem, lançar este amor na face de Deus? Tal pessoa demonstra assim não que a segurança eterna tenha a ela dado licença para pecar, mas ao invés disso, que ela não experimentou verdadeiramente a salvação através de Jesus Cristo. (I João 3:6 qualquer que permanece nele não peca; qualquer que peca não o viu nem o conheceu” ).
Amém, deu pra entender.
JESUS CRISTO ama você e eu também.
Paz de Cristo.
20 de ago. de 2017
“Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.”
(Tiago 1 : 12)
Ninguém escolhe viver momentos difíceis. Por mais que saibamos que depois da tempestade vem a bonança, ou que depois das lutas vem as vitórias, a verdade é que ninguém tem prazer nas tribulações. Mas não se pode negar: o homem cresce e ganha maturidade com as experiências amargas da vida. Pense numa pessoa que lutou contra uma grave doença ou que venceu uma luta muito grande. Você não acha que uma pessoa assim vai saber lidar muito melhor com outros problemas que vierem pela frente?! Só mesmo quem vive experiências amargas, mas que é persistente, perseverante e, principalmente, cheio de fé e do Espírito Santo de Deus pode experimentar o sabor da vitória.
Por isso, é importante aprendermos que por mais difíceis que sejam algumas fases na vida, Deus sempre vai estar disposto a nos ensinar o caminho do amadurecimento, ainda que tenhamos que passar por vales e desertos. Mas Ele nos ama e cuida de nós, nos encorajando, fortalecendo e ajudando a superar os obstáculos.
Guarde no seu coração: O caminho do amadurecimento envolve vales e desertos, alegrias e tristezas porém toda situação tem começo meio e fim, e no final o nome do Senhor Jesus será glorificado
Pr Carlos Magno
(Tiago 1 : 12)
Ninguém escolhe viver momentos difíceis. Por mais que saibamos que depois da tempestade vem a bonança, ou que depois das lutas vem as vitórias, a verdade é que ninguém tem prazer nas tribulações. Mas não se pode negar: o homem cresce e ganha maturidade com as experiências amargas da vida. Pense numa pessoa que lutou contra uma grave doença ou que venceu uma luta muito grande. Você não acha que uma pessoa assim vai saber lidar muito melhor com outros problemas que vierem pela frente?! Só mesmo quem vive experiências amargas, mas que é persistente, perseverante e, principalmente, cheio de fé e do Espírito Santo de Deus pode experimentar o sabor da vitória.
Por isso, é importante aprendermos que por mais difíceis que sejam algumas fases na vida, Deus sempre vai estar disposto a nos ensinar o caminho do amadurecimento, ainda que tenhamos que passar por vales e desertos. Mas Ele nos ama e cuida de nós, nos encorajando, fortalecendo e ajudando a superar os obstáculos.
Guarde no seu coração: O caminho do amadurecimento envolve vales e desertos, alegrias e tristezas porém toda situação tem começo meio e fim, e no final o nome do Senhor Jesus será glorificado
Pr Carlos Magno
9 de ago. de 2017
O título de Sumo Sacerdote é apenas um de muitos aplicados a Jesus: Messias, Salvador, Filho de Deus, Filho do Homem, amigo dos pecadores, etc. Cada um aborda um aspecto particular de quem Ele é e o que isso significa para nós. No livro de Hebreus, Jesus é chamado de Sumo Sacerdote (Hebreus 2:17, 4:14). A palavra "sacerdote" tem dois significados principais. Em primeiro lugar, significa aquele que medeia nos serviços religiosos. Em segundo lugar, significa aquele que é santo ou separado para realizar esses serviços.
O primeiro lugar onde encontramos essa palavra usada na Bíblia é em Gênesis 14. Abraão, o amigo de Deus, entrou em luta para resgatar o seu sobrinho Ló, o qual havia sido capturado pelo exército de Elão. Em seu retorno, Abraão foi recebido por Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo. Este homem, cujo nome significa "o rei da justiça", abençoou Abraão e o Deus Altíssimo que dera a vitória a Abraão. Em retorno por esta bênção, Abraão deu um dízimo (10 por cento) de todos os despojos da guerra a Melquisedeque. Por este ato, Abraão mostrou que reconhecia a alta posição de Melquisedeque como sacerdote de Deus.
Anos mais tarde, o bisneto de Abraão, Levi, foi escolhido por Deus para ser o pai da tribo sacerdotal. Quando a Lei foi dada no Monte Sinai, os levitas foram identificados como os servos do Tabernáculo, com a família de Arão tornando-se sacerdotes. Os sacerdotes eram responsáveis de interceder a Deus pelo povo ao oferecer os muitos sacrifícios que a Lei requeria. Entre os sacerdotes, um era selecionado como o Sumo Sacerdote, o qual entrava no Santo dos Santos uma vez por ano no Dia da Expiação para colocar o sangue do sacrifício sobre a Arca da Aliança (Hebreus 9:7). Através desses sacrifícios diários e anuais, os pecados do povo eram temporariamente cobertos até o Messias removê-los de uma vez por todas.
Quando Jesus é chamado do nosso Sumo Sacerdote, é com referência a estes dois sacerdócios anteriores. Como Melquisedeque, Ele foi ordenado sacerdote além da Lei dada no Monte Sinai (Hebreus 5:6). Assim como os sacerdotes levíticos, Jesus ofereceu um sacrifício para satisfazer a Lei de Deus ao oferecer a Si mesmo por nossos pecados (Hebreus 7:26-27). Ao contrário dos sacerdotes levitas, os quais tinham que continuamente oferecer sacrifícios, Jesus só teve que oferecer o Seu sacrifício uma vez, ganhando a redenção eterna por todos os que se aproximam de Deus através dEle (Hebreus 9:12).
Um outro ponto importante sobre o sacerdócio de Jesus é que todo sacerdote é nomeado de entre os homens. Jesus, sendo Deus desde a eternidade, tornou-se homem para sofrer a morte e servir como o nosso Sumo Sacerdote (Hebreus 2:9). Como homem, Ele estava sujeito a todas as fraquezas e tentações às quais também somos a fim de poder pessoalmente Se relacionar conosco em nossas dificuldades (Hebreus 4:15). Jesus é maior do que qualquer outro sacerdote, por isso é chamado do nosso "Grande Sumo Sacerdote" em Hebreus 4:14, o que nos dá a coragem de vir ao "trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade" (Hebreus 4:16).
Pr Carlos Magno
O primeiro lugar onde encontramos essa palavra usada na Bíblia é em Gênesis 14. Abraão, o amigo de Deus, entrou em luta para resgatar o seu sobrinho Ló, o qual havia sido capturado pelo exército de Elão. Em seu retorno, Abraão foi recebido por Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo. Este homem, cujo nome significa "o rei da justiça", abençoou Abraão e o Deus Altíssimo que dera a vitória a Abraão. Em retorno por esta bênção, Abraão deu um dízimo (10 por cento) de todos os despojos da guerra a Melquisedeque. Por este ato, Abraão mostrou que reconhecia a alta posição de Melquisedeque como sacerdote de Deus.
Anos mais tarde, o bisneto de Abraão, Levi, foi escolhido por Deus para ser o pai da tribo sacerdotal. Quando a Lei foi dada no Monte Sinai, os levitas foram identificados como os servos do Tabernáculo, com a família de Arão tornando-se sacerdotes. Os sacerdotes eram responsáveis de interceder a Deus pelo povo ao oferecer os muitos sacrifícios que a Lei requeria. Entre os sacerdotes, um era selecionado como o Sumo Sacerdote, o qual entrava no Santo dos Santos uma vez por ano no Dia da Expiação para colocar o sangue do sacrifício sobre a Arca da Aliança (Hebreus 9:7). Através desses sacrifícios diários e anuais, os pecados do povo eram temporariamente cobertos até o Messias removê-los de uma vez por todas.
Quando Jesus é chamado do nosso Sumo Sacerdote, é com referência a estes dois sacerdócios anteriores. Como Melquisedeque, Ele foi ordenado sacerdote além da Lei dada no Monte Sinai (Hebreus 5:6). Assim como os sacerdotes levíticos, Jesus ofereceu um sacrifício para satisfazer a Lei de Deus ao oferecer a Si mesmo por nossos pecados (Hebreus 7:26-27). Ao contrário dos sacerdotes levitas, os quais tinham que continuamente oferecer sacrifícios, Jesus só teve que oferecer o Seu sacrifício uma vez, ganhando a redenção eterna por todos os que se aproximam de Deus através dEle (Hebreus 9:12).
Um outro ponto importante sobre o sacerdócio de Jesus é que todo sacerdote é nomeado de entre os homens. Jesus, sendo Deus desde a eternidade, tornou-se homem para sofrer a morte e servir como o nosso Sumo Sacerdote (Hebreus 2:9). Como homem, Ele estava sujeito a todas as fraquezas e tentações às quais também somos a fim de poder pessoalmente Se relacionar conosco em nossas dificuldades (Hebreus 4:15). Jesus é maior do que qualquer outro sacerdote, por isso é chamado do nosso "Grande Sumo Sacerdote" em Hebreus 4:14, o que nos dá a coragem de vir ao "trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade" (Hebreus 4:16).
Pr Carlos Magno
O título de Sumo Sacerdote é apenas um de muitos aplicados a Jesus: Messias, Salvador, Filho de Deus, Filho do Homem, amigo dos pecadores, etc. Cada um aborda um aspecto particular de quem Ele é e o que isso significa para nós. No livro de Hebreus, Jesus é chamado de Sumo Sacerdote (Hebreus 2:17, 4:14). A palavra "sacerdote" tem dois significados principais. Em primeiro lugar, significa aquele que medeia nos serviços religiosos. Em segundo lugar, significa aquele que é santo ou separado para realizar esses serviços.
O primeiro lugar onde encontramos essa palavra usada na Bíblia é em Gênesis 14. Abraão, o amigo de Deus, entrou em luta para resgatar o seu sobrinho Ló, o qual havia sido capturado pelo exército de Elão. Em seu retorno, Abraão foi recebido por Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo. Este homem, cujo nome significa "o rei da justiça", abençoou Abraão e o Deus Altíssimo que dera a vitória a Abraão. Em retorno por esta bênção, Abraão deu um dízimo (10 por cento) de todos os despojos da guerra a Melquisedeque. Por este ato, Abraão mostrou que reconhecia a alta posição de Melquisedeque como sacerdote de Deus.
Anos mais tarde, o bisneto de Abraão, Levi, foi escolhido por Deus para ser o pai da tribo sacerdotal. Quando a Lei foi dada no Monte Sinai, os levitas foram identificados como os servos do Tabernáculo, com a família de Arão tornando-se sacerdotes. Os sacerdotes eram responsáveis de interceder a Deus pelo povo ao oferecer os muitos sacrifícios que a Lei requeria. Entre os sacerdotes, um era selecionado como o Sumo Sacerdote, o qual entrava no Santo dos Santos uma vez por ano no Dia da Expiação para colocar o sangue do sacrifício sobre a Arca da Aliança (Hebreus 9:7). Através desses sacrifícios diários e anuais, os pecados do povo eram temporariamente cobertos até o Messias removê-los de uma vez por todas.
Quando Jesus é chamado do nosso Sumo Sacerdote, é com referência a estes dois sacerdócios anteriores. Como Melquisedeque, Ele foi ordenado sacerdote além da Lei dada no Monte Sinai (Hebreus 5:6). Assim como os sacerdotes levíticos, Jesus ofereceu um sacrifício para satisfazer a Lei de Deus ao oferecer a Si mesmo por nossos pecados (Hebreus 7:26-27). Ao contrário dos sacerdotes levitas, os quais tinham que continuamente oferecer sacrifícios, Jesus só teve que oferecer o Seu sacrifício uma vez, ganhando a redenção eterna por todos os que se aproximam de Deus através dEle (Hebreus 9:12).
Um outro ponto importante sobre o sacerdócio de Jesus é que todo sacerdote é nomeado de entre os homens. Jesus, sendo Deus desde a eternidade, tornou-se homem para sofrer a morte e servir como o nosso Sumo Sacerdote (Hebreus 2:9). Como homem, Ele estava sujeito a todas as fraquezas e tentações às quais também somos a fim de poder pessoalmente Se relacionar conosco em nossas dificuldades (Hebreus 4:15). Jesus é maior do que qualquer outro sacerdote, por isso é chamado do nosso "Grande Sumo Sacerdote" em Hebreus 4:14, o que nos dá a coragem de vir ao "trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade" (Hebreus 4:16).
PR
O primeiro lugar onde encontramos essa palavra usada na Bíblia é em Gênesis 14. Abraão, o amigo de Deus, entrou em luta para resgatar o seu sobrinho Ló, o qual havia sido capturado pelo exército de Elão. Em seu retorno, Abraão foi recebido por Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo. Este homem, cujo nome significa "o rei da justiça", abençoou Abraão e o Deus Altíssimo que dera a vitória a Abraão. Em retorno por esta bênção, Abraão deu um dízimo (10 por cento) de todos os despojos da guerra a Melquisedeque. Por este ato, Abraão mostrou que reconhecia a alta posição de Melquisedeque como sacerdote de Deus.
Anos mais tarde, o bisneto de Abraão, Levi, foi escolhido por Deus para ser o pai da tribo sacerdotal. Quando a Lei foi dada no Monte Sinai, os levitas foram identificados como os servos do Tabernáculo, com a família de Arão tornando-se sacerdotes. Os sacerdotes eram responsáveis de interceder a Deus pelo povo ao oferecer os muitos sacrifícios que a Lei requeria. Entre os sacerdotes, um era selecionado como o Sumo Sacerdote, o qual entrava no Santo dos Santos uma vez por ano no Dia da Expiação para colocar o sangue do sacrifício sobre a Arca da Aliança (Hebreus 9:7). Através desses sacrifícios diários e anuais, os pecados do povo eram temporariamente cobertos até o Messias removê-los de uma vez por todas.
Quando Jesus é chamado do nosso Sumo Sacerdote, é com referência a estes dois sacerdócios anteriores. Como Melquisedeque, Ele foi ordenado sacerdote além da Lei dada no Monte Sinai (Hebreus 5:6). Assim como os sacerdotes levíticos, Jesus ofereceu um sacrifício para satisfazer a Lei de Deus ao oferecer a Si mesmo por nossos pecados (Hebreus 7:26-27). Ao contrário dos sacerdotes levitas, os quais tinham que continuamente oferecer sacrifícios, Jesus só teve que oferecer o Seu sacrifício uma vez, ganhando a redenção eterna por todos os que se aproximam de Deus através dEle (Hebreus 9:12).
Um outro ponto importante sobre o sacerdócio de Jesus é que todo sacerdote é nomeado de entre os homens. Jesus, sendo Deus desde a eternidade, tornou-se homem para sofrer a morte e servir como o nosso Sumo Sacerdote (Hebreus 2:9). Como homem, Ele estava sujeito a todas as fraquezas e tentações às quais também somos a fim de poder pessoalmente Se relacionar conosco em nossas dificuldades (Hebreus 4:15). Jesus é maior do que qualquer outro sacerdote, por isso é chamado do nosso "Grande Sumo Sacerdote" em Hebreus 4:14, o que nos dá a coragem de vir ao "trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade" (Hebreus 4:16).
PR
Assinar:
Postagens (Atom)
VERSÍCULOS BÍBLICOS
1. Deus está cuidando de você
