Pastores

Pr. Carlos

Pr. Clemilton

15 de abr. de 2013


Onde o Antigo Testamento prediz a vinda de Cristo?

Há várias profecias do Antigo Testamento sobre Jesus Cristo. Alguns intérpretes dizem que existem centenas de professias messiânicas.
Veja a seguir as que são consideradas as mais claras e mais importantes.

A profecia das “setenta semanas” em Daniel capítulo 9 predisse a data exata que Jesus, o Messias, seria “morto”.
“Setenta semanas estão decretadas para o seu povo e sua santa cidade para acabar com a transgressão, para dar fim ao pecado, para expiar as culpas, para trazer justiça eterna, para cumprir a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo. Saiba e entenda que a partir da promulgação do decreto que manda restaurar e reconstruir Jerusalém até que o Ungido, o líder, venha, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas. Ela será reconstruída com ruas e muros, mas em tempos difíceis. Depois das sessenta e duas semanas, o Ungido será morto, e já não haverá lugar para ele. A cidade e o lugar santo serão destruídos pelo povo do governante que virá. O fim virá como uma inundação: Guerras continuarão até o fim, e desolações foram decretadas.” (Daniel 9:24-26)

Isaías 50:6 descreve corretamente a surra que Jesus teria que aguentar.

“Ofereci minhas costas para aqueles que me batiam, meu rosto para aqueles que arrancavam minha barba; não escondi a face da zombaria e da cuspida.” (Isaías 50:6)

Zacarias 12:10 prediz que o Messias seria “traspassado”, o que ocorreu depois de Jesus ter morrido na cruz.

“E derramarei sobre a família de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém um espírito de ação de graças e de súplicas. Olharão para mim, aquele a quem traspassaram, e chorarão por ele como quem chora a perda de um filho único, e lamentarão amargamente por ele como quem lamenta a perda do filho mais velho.” (Zacarias 12:10)

Poderíamos providenciar muitos outros exemplos, mas esses devem ser suficientes. O Antigo Testamento com certeza profetiza sobre a vinda de Jesus como o Messias.

A profecia sobre Jesus que provavelmente é a mais clara, com certeza a mais longa, é o capítulo 53 inteiro do livro de Isaías.

Isaías 53:3-7: “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.”

ü  A profecia das “setenta semanas” em Daniel 9 predisse a data exata que Jesus, o Messia, seria “morto”.
ü  Isaías 50:6 descreve corretamente a surra que Jesus teria que aguentar.
ü  Zacarias 12:10 prediz que o Messias seria “traspassado”, o que ocorreu depois de Jesus ter morrido na cruz.

O Velho Testamento com certeza profetiza sobre a vinda de Jesus como o Messias.



VOCÊ É O FATOR
Se você deseja se tornar um agente de mudança, você também deve mudar.  Howard Hendricks

  • Quando você é amável, você também será amado. 
  • Quando você é respeitável, você também será respeitado. 
  • Quando você é genuinamente amigo, você terá amigos genuínos. 
  • Quando você ajuda outros, você também será ajudado. 
  • Quando você se doa livremente, você também receberá ajuda. 
  • Quando você ouve, você também será ouvido. 
  • Quando você ensina, você irá aprender. 
  • Quando você confia, você também será confiado. 
O que você faz, o que você diz, o que você é, vem diretamente de você a todo momento. 
Você pode sempre ensinar o que você tem conhecimento, mas você só irá reproduzir aquilo que você realmente é. 
A maneira pela qual o mundo se apresenta diante de você, depende em alta escala, de você mesmo. Você é o fator.

Para Meditação:

"Dêem, e lhes será dado: uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante será dada a vocês." (Lucas 6:38)_

30 de mar. de 2013


DESESPERANDO POR LENTILHAS?
Por GUSTAVO PESTANA


Meu coração suspira e a minha carne anseia saciar a fome que tenho. Eu aceitaria me alimentar com gelatina, lentilhas, torradas ou um punhado de farinha, mesmo sabendo que meu pai me espera em casa com banquete. Meu pai me compreende, e sabe que preciso satisfazer essa fome, pois se eu morrer não fiz isso chegarei em casa morto, mesmo sabendo que tenho o telefone de meu pai e ele pode mandar um socorrista a qualquer momento me ajudar neste momento que eu o chame, preciso de algo agora.
Ao chegar próximo a sua casa, Luiz, e recebido por um “amigo”, cujo nome é Dark, que lhe oferece um prato de cuscuz de milho.
- Luiz, trouxe para você esse cuscuz, pois seu pai vai demorar muito para terminar o almoço e como sei que todos os dias você chega nesse horário com muita fome. Decidi te ajudar. Dar-te uma mãozinha. Porém, em troca gostaria que você me permitisse que eu me  alimentasse  do banquete que vai demorar em ser servido por seu pai. Você aceita?
- Estou com tanta fome. Preciso me alimentar, pois caso não faça isso morrerei antes mesmo de chegar em casa – Diz Luiz com a voz tremula segurando aquele prato.
Dark, seu amigo, o acompanha, para ter certeza que Luiz, comeria tudo. Pois sabia que na verdade o pai de Luiz, tinha preparado um baquete para ele, com o que há de melhor.
Poucos instantes, Luiz chega em casa e seu pai o recebe e o chamando para entrar e comer do banquete que estava posto a mesa. Naquele momento Luiz chora desesperando, pois não soube esperar pelo banquete.
No livro de Genesis conhecemos uma historia de um homem que não soube esperar e abriu mão do melhor que poderia receber de seu pai: A primogenitura.
“Um dia, quando Jacó estava cozinhando um ensopado, Esaú chegou do campo, muito cansado, e foi dizendo: - Estou morrendo de fome. Por favor, me deixe comer dessa coisa vermelha aí (Por isso puseram em Esaú o nome de Edom.).  Jacó respondeu: -Sim, eu deixo; mas só se você passar para mim os seus direitos de filho mais velho.  Esaú disse: -Está bem. Eu estou quase morrendo; que valor têm para mim esses direitos de filho mais velho? –Então jure primeiro-disse Jacó. Esaú fez um juramento e assim passou a Jacó os seus direitos de filho mais velho. Aí Jacó lhe deu pão e o ensopado de lentilhas. Quando Esaú acabou de comer e de beber, levantou-se e foi embora. Foi assim que ele desprezou os seus direitos de filho mais velho.” Gênesis 25. 29-34
Esaú estava faminto, porém não morreria, pois estava próximo a sua casa e seu pai era rico. Devemos compreender, que nosso sentimento de desespero, ou seja, a sensação que está demorando em chegar o tempo de Deus em nossas vidas é um desejo carnal que quer nos afastar do banquete que Deus tem para nós. Outro ponto fundamental é: Satanás sabe quando estamos chegando próximos a mesa do Rei. Perceba que ainda em Genesis está o dialogo que espoe que o pedido foi feito no momento que Esaú sentia muita falta de alimento.
Então, disse Jacó: Vende-me, hoje, a tua primo­genitura. E disse Esaú: Eis que estou a ponto de morrer, e para que me servirá logo a primogenitura? (Gn 25.31-32)
Quando Jacó pede a primogenitura a Esaú, ele sabia que seu irmão não morreria de fome, porque breve estaria o socorro de seu pai.
Que nossos corações, não fiquem desesperados a ponto de trocarmos o banquete do Rei por algo supérfluo, algo que apenas satisfará nossos desejos carnais momentâneos. Muitas vezes o esse prato de lentilha não é somente um relacionamento amoroso, mas tudo aquilo que nos direciona a ir para longe do banquete. Muitas vezes as pessoas antes de terem um relacionamento, se afastam dos planos de Deus por amizades, empregos e etc. Esse é o primeiro passo para sair da direção do banquete.
O plano do pai é que você conheça alguém que seja sua (eu) companheira(o), que te complete e te aproxime de Deus. Nenhum relacionamento que afasta de Deus é bom para sua vida.
"Deleita-te no Senhor, e Ele satisfará os desejos do teu coração" (Sl 37:4)

29 de mar. de 2013

A Falsa Religiosidade



Em 1 Reis 18.22-30 lemos o conhecido incidente no qual Elias confronta os profetas de Baal. É correto identificarmos Elias com o lado de Deus vivo e verdadeiro, enquanto que os profetas de Baal representam as forças que agem contra o legítimo Povo de Deus. Naquela ocasião o Povo de Deus se identificava com os israelitas e hoje com a Igreja Cristã.
Uma análise deste registro bíblico nos revela detalhes sobre a religião falsa praticada pelos profetas de Baal que são no mínimo inquietantes, pois podemos identificar muita semelhança com a situação contemporânea na qual se acha situada a igreja fiel.

1. Similaridade – O primeiro dado que nos chama atenção é que a religião falsa pode ser bastante similar à verdadeira. Com efeito, a prática religiosa dos profetas de Baal pouco diferia da religião verdadeira de Israel. Eles não estranharam quando foram convocados a erguer um altar. Semelhantemente, o povo infiel, quando adorou um bezerro de ouro, em Êxodo 32.6, “madrugou e ofereceu holocausto e trouxe ofertas pacíficas” ao altar que Arão, o líder, havia erguido. Agiram da forma como os verdadeiros adoradores agiam e assim confundiram a muitos. Isto é – a forma, as palavras de ordem, assemelhavam-se às da religião verdadeira, concretizando o aviso que nos dá o próprio Cristo em Mateus 24.24, quando nos fala sobre o surgimento dos “falsos profetas”.

2. Espetacularidade – Um segundo fato relevante é que a religião falsa pode ser bastante espetacular. Pensem bem: eram 450 profetas! 450 líderes do povo, todo à frente daquela espetacular manifestação, contorcendo-se, golpeando-se e recorrendo a toda sorte de artimanhas para arrebanhar os incautos. Contrariavam assim determinações divinas de prática religiosa, como a encontrada em Deuteronômio 14.1 e 2. Certamente toda aquela manifestação espetacular contrastava com a simplicidade da religião verdadeira encontrada no coração do remanescente fiel.
3. Popularidade – Em terceiro lugar, notamos que a religião falsa é bastante popular. Aparentemente, toda a nação a seguia, a ponto de Elias exclamar (1 Reis 18.22): “só eu fiquei dos profetas do Senhor”. Mesmo que não houvesse o convencimento pleno de todos, era sempre mais fácil seguir a multidão, procurar o conforto da maioria, em vez de corajosamente identificar-se com os princípios e determinações de Deus.

4. Sinceridade – Um quarto aspecto, que não pode fugir à nossa atenção, é que os praticantes da religião falsa são sinceros. Obviamente existiam os charlatões, os aproveitadores e os que se envolviam sem sinceridade, mas a impressão obtida do relato bíblico, é que a grande maioria sinceramente acreditava no erro que pregava. O desafio colocado por Elias foi aceito prontamente. Chegaram até a derramar o seu sangue por um deus que não existia, por uma religião que os levaria à perdição (18.28).

5. Enganosidade – Por último, verificamos que a religião falsa cega as pessoas. Aqueles praticantes estavam cegos de tal maneira que, deixando-se levar pela enganosidade supersticiosa, fecharam suas mentes e não enxergavam mais nada à sua frente. Começaram de manhã até o meio dia e seguiram clamando até o final do dia e nunca admitiram a derrota. Em toda história temos o registro daqueles que, cegos por suas religiões, caminharam apressadamente para sua destruição. Tristemente, temos também o registro daqueles que, em diversas ocasiões, cegamente identificam o cristianismo com estranhas práticas religiosas e com doutrinas estranhas à simplicidade da adoração “em espírito e em verdade” preceituada na Palavra de Deus.
Sabemos da vitória final de Elias, pelo poder de Deus. Ele zombou da religião falsa (18.27), tamanha era a arrogância e ignorância deles perante o Deus soberano. Dessa maneira ele retratou a atitude do próprio Senhor, conforme registro do Salmo2.4. Mas é importante, igualmente, constatarmos que Elias dirige-se ao povo e os convoca de volta à verdadeira religião dos seus pais (18.30-39). Ele não disse: “eu sei que vocês estão enfadados das práticas antigas, vamos criar algo novo e mais interessante; vamos inovar, afinal estamos em uma outra era e temos que melhorar a nossa comunicação...”; ele ora a Deus para que ele fizesse o coração do povo retroceder a ele (18.37).
Vamos estar alertas, então, para aqueles que, mesmo com o linguajar bíblico, nada mais fazem do que demonstrar a tenacidade e caráter espetacular da religião populista e falsa dos profetas de Baal.

A bíblia e o adolescente

O termo adolescência não aparece nas escrituras mesmo porque não fazia parte do vocabulário da época. Até então não era feita uma distinção deste período. A infância e/ou juventude abrangiam esse tempo. O livro de Eclesiastes fala dos jovens, que são vistos como fortes, capazes de vencer o mal. Enquanto se é criança, sabemos que a pessoa aceita os padrões e os valores dos pais sem oposição. Por isso, Pv 22:6 fala: “Ensina a criança no caminho em que deve andar e até quando for velho não se desviará dele.”

A criança é um ser dependente, ensinável. Realmente os conceitos aprendidos na infância são guardados e responsáveis pela estruturação do ser humano. Várias são as exortações bíblicas aos pais quanto ao ensino dos filhos. A correção nos momentos de erro é importante e os filhos também recebem exortação quanto ao honrar e obedecer aos pais. O livro de Provérbios dá inúmeros os conselhos ao "jovem", à "criança", aos "filhos".

Em Salmos 127:3-4 lemos: “Herança do Senhor são os filhos, o fruto do ventre, o seu galardão. Como flechas na mão do guerreiro, assim os filhos da mocidade. Bem aventurado o homem que enche deles a sua aljava.”

Isso mostra os filhos como dádiva de Deus, capazes de encher de felicidade a vida dos pais. No entanto, eles são como flechas e isso significa que seguirão o curso de vida determinado por seus pais. Na adolescência, os filhos buscam a independência, precisam afirmar-se. Começam a seguir o curso de sua própria vida com base no "lançamento" de seus pais, ou seja, e a partir do conhecimento adquirido na família e das relações estabelecidas aleque ele irá enxergar e enfrentar o mundo.

Vejamos mais alguns versos antes de outras considerações:

Eclesiastes 11:9: “Alegre-te, jovem, na tua juventude, e recreense o teu coração nos dias da tua mocidade. Anda pelos caminhos que satisfazem o teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas essas coisas Deus te pedirá conta. Afasta, pois o teu coração desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade.”

Eclesiastes 12:1: “Lembra-te do teu criador nos dias da tua mocidade, antes que venha os maus dias e chegue os anos dos quais dirás: não tenho neles prazer.”

Diversas vezes encontramos exortações quanto à obediência aos pais como em Provérbios 6:20: “Filho meu, guarda os mandamentos do teu Pai e não deixes a doutrina da tua mãe. Quando caminhares isto te guiaras; quando te deitares, te guardara; quando acordares, falará contigo. Porque o mandamento é lâmpada e a instrução é luz, e as repreensões da disciplina são o caminho para a vida.”

Por ultimo relembro que o único episódio narrado de Jesus quando criança foi aos doze anos, isto é, na adolescência. A bíblia nos relata em Lucas 2:42 que, durante uma festa em Jerusalém, Jesus foi ter com os escribas e mestres da lei e, ensinava no meio deles. Seus pais iniciaram a viagem de volta para Nazaré e só então deram falta dele. Voltaram e o acharam no templo e todos se encantavam com seus ensinos sobre as escrituras. Também achamos a descrição de que ele: “crescia em sabedoria e graça diante de Deus e dos homens.”


Podemos assim verificar que grande é o potencial intelectual no período da adolescência. Realmente é a fase de maior desenvolvimento, considerando-se os sujeitos normais. Neste epis
ódio da vida de Jesus, observamos algo comum na fase da adolescência: o "esquecimento" dos pais. Na minha prática com essa faixa etária, noto que os jovens reivindicam o tempo todo um cuidado da família, ainda que através da negação, oposição, rebeldia. É como se eles falassem "vai embora, eu não te quero..." só para se certificarem do amor e compromisso dos pais para consigo. O que na verdade pedem é: fique comigo mesmo se eu estiver errado; me oriente, seja meu amigo não só pelo o que faço, mas, pelo o que sou, por favor, diga que me ama! Nesse momento eles agridem os pais, mas querem ter a certeza do amor dos mesmos. Concluo afirmando que essa é uma fase de maior necessidade da proximidade e do carinho, compreensão dos pais.  

É pena que a maioria dos pais pensem o contrário. Eles enxergam o adolescente crescendo e procuram  afastar-se. Fazem isso em nome da "liberdade" do filho (que o mesmo exige), ou porque não se sentem adequados para acompanhar os filhos (aqui entra a idade, os complexos individuais de cada pai), ou porque querem um pouco mais de liberdade para o próprio casal, uma vez que já cuidou daquele filho por anos e agora ele pode "se virar" (neste caso, os pais podem encher o filho de responsabilidades, deixando-o mais tempo fora do lar). Essa inversão de pensamento torna-se muito prejudicial, pois, o adolescente contesta o amor dos pais (no fundo para assegurar-se dele) e, os pais, não conscientes disso, acabam por não dar ao filho essa certeza, confirmando que eles são amados apenas pelo o que fazem, mas não pelo o que são. Isso leva o adolescente a se rebelar mais, se afastando do convívio familiar, partindo para delinqüência. No entanto, sabemos que não podemos pensar de forma unilateral, enxergando a "culpa" do afastamento dos filhos como um único resultado do comportamento dos pais. A bíblia exorta os filhos a serem obedientes. Isso mostra que são responsáveis por escolher qual atitude vão tomar. Por isso são tão acostumados a ouvir o que os pais dizem e aguardar os mandamentos dos mesmos e, os de Deus, que são universais.

Em Provérbios 6:20, vimos que os mandamentos devem estar atados ao coração, ou seja, o jovem deve estar afetivamente ligado a eles. O guardar os mandamentos é essencial, pois, como vimos, ele precisa ter limites, saber o certo e o errado, para poder contesta-los e afirmar-se, estruturar-se a partir de então. Devem estar pendurados no pescoço, que é à parte que liga a cabeça, cérebro, aos membros. Em outras palavras, os mandamentos aprendidos serão responsáveis pela mediação entre os pensamentos, questionamentos, vontades e ação do sujeito. Conseqüentemente, e, todos os locais, em qualquer atitude, essas instruções estarão direcionando a forma de agir do adolescente. "Porque o mandamento é Lâmpada e a instrução é Luz...", ou seja, as instruções dadas impedem que o nosso futuro adulto ande as escuras dependendo de ouvir os ditos do grupo ou de outros para ser. Finalizando, surge a importância da repreensão, como algo que mostra o caminho para a vida. Um outro erro dos pais refere-se ao achar que a correção afasta os filhos. No entanto vemos que eles precisam da mesma para conseguir caminhar sozinhos, "ter chão" e poder fazer novas considerações. O tempo todo vimos que o adolescente apenas testam limites, apenas explora o local que ele se encontra para, dessa vez conhecida, desvendada o poder de caminhar sozinho a jornada da vida.

 

VERSÍCULOS BÍBLICOS


1. Deus está cuidando de você

Portanto, humilhem-se debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele os exalte no tempo devido. Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês. 1 Pedro 5:6-7